Agradecimento
“ Vem me pedir além do que eu posso dar. É aí que o aprendizado está. Vem de onde não sonhei, me presentear. Quando chega o fim da linha e já não há aonde ir, num passe de mágica a vida nos traz sonhos pra seguir.. Queima meus navios pr’eu me superar, as vezes pedindo que ela vem nos dar o melhor de si. E quando vejo a vida espera mais de mim, mais além, mais de mim. O eterno aprendizado é o próprio fim..”
Esse é um trecho da música Eu e a Vida de Jorge Vercilo, que explica exatamente tudo o que vivi nesses quatro anos de Academia, bem como parte dos meus dias.
É mesmo uma das tantas formas que encontrei, de agradecer à Deus e aos Guias por me contemplarem com a vida, me deixando seguir até aqui.
Quero agradecer à minha tão falada orientadora Val, assim chamada carinhosamente, por me guiar, com equilibrada orientação, sempre com incentivo e confiança em minha capacidade. Por muitas vezes foi a minha conselheira particular, me ajudando a seguir o melhor caminho e tomar as melhores decisões.
Obrigada Alane Carvalho, por me apresentar a verdadeira face de um projeto de pesquisa, me encorajando a caminhar sem medo e com confiança. Eu levarei os teus ensinamentos por toda a vida.
Agradeço aos Mestres Ivan e Evandro, pelas provocações, críticas e inúmeras alternativas a serem seguidas no momento em que me sentia perdida.
À Professora Patricia Vergasta, pelos ombros e ouvidos quando precisei de orientação, para dar continuidade a esse projeto, que por um momento eu desacreditei.
À Mara Falcão, professora que me acompanhou por vários semestres, com seu jeitinho meigo de poucos metros, mas de um coração gigante, pelas palavras em off, que sempre fora de motivação e incentivo. Que Deus te abençoe, te guarde e te cure, Pequena.
Um muitíssimo obrigada a minha supervisora de estágio Gabriela Nascif, pelo fraterno carinho com que me recebeu como estagiária; pelas orientações, pelos encaminhamentos à palestras, seminários, dentre outros e indicações importantes que me trariam mais conhecimentos. Não posso deixar de agradecer principalmente pela paciência.
Aos meus pais pelo empenho, pela participação financeira e principalmente emocional, me motivando a não desistir. Por me permitir a exercer o papel de Assistente Social em formação, nos momentos em que eles precisaram de orientações voltadas à profissão em questão. Foi o meu primeiro estágio. Meu muito obrigada por tudo, em especial a meu Pai.
Aos amigos e colegas de turma, por todas as confusões, discussões pertinentes e inúmeros colóquios e por todos os momentos vivenciados nesses quatro anos de busca.
Ao meu ex Professor Bruno Mota, pelas mais ricas indicações bibliográficas e por suas manifestações de carinho ao me atender sempre que o solicitava.
À meu amigo-amor, parceiro, Doutorando em Estudos Étnicos e Africanos, pela disponibilidade e gentileza desde o segundo semestre até as co-orientações, quando por algum motivo eu não conseguia ser atendida pelo orientador responsável. Obrigada por me corrigir na fala, na escrita e pelos puxões de orelha, que sempre foram ( e serão ) aceitos. Meu muitíssimo obrigada pela companhia fora e dentro da academia. Obrigada por acreditar em mim!
À Eduardo Apolinário e à Valéria Almeida (a linda chorona), os meninos do Profissão Repórter, por me receberem com todo carinho, me indicando aos melhores campos de pesquisa em Moçambique. Pela amizade que construímos ao passar do tempo e sim, pelos muitos risos.
Quero dizer KANIMAMBO (Obrigada), às Mamãs das Associações Hixikanwe e GAAC, Mamã Judite, Vovó Isabel, Mamã Caçilda e as outras inúmeras mamãs, pelas portas abertas e pela calorosa e carinhosa recepção, nesse País lindo que se esconde atrás de tantas mazelas.
Agradeço a Eduardo Felismina, Hamilton Jesualdo e Diego Salvaterry, por me acompanhar gentilmente em todas as comunidades.
À UNIME por me presentear com uma “cadeia” de mestres sem igual, a qual seria impossível a conclusão do meu curso de Serviço Social.
Aos funcionários, em especial Robson que gentilmente ia várias vezes harmonizar a temperatura da sala sempre que eu sentia frio. Os meus respeitos a todos.
"Vão tentar nascer aqui em Moçambique capitalistas pretos,
a chamada burguesia nacional. Não queremos isso aqui,
não há lugar para exploradores aqui. Preto ou branco não
pode explorar o povo. O dever de cada um de nós é dar
tudo ao povo, sermos os últimos quando se trata de
benefícios, primeiros quando se trata de sacrifícios.
Isso é que é servir o povo."
Samora Machel




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